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6 diferenças do basquete em cadeira de rodas para o tradicional





Feminino levou a medalha de bronze no Parapan de Toronto, em agosto. Foto: Divulgação

O basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. Os atletas eram ex-soldados do exército norte-americano que voltaram feridos da 2ª Guerra Mundial. No Brasil, foi a primeira modalidade paralímpica a ser praticada, em 1958, com Sérgio del Grande e Robson Sampaio.

As equipes não são formadas por atletas com iguais deficiências. Os jogadores são divididos em classes, de acordo com uma pontuação (de 1 a 4,5 pontos) que varia com o grau da sua lesão. Os cinco atletas em quadra não podem exceder 14 pontos. Quanto maior a deficiência, menor a classe e o número de pontos.

Veja outras 6 diferenças para o basquete tradicional

1 - A cada dois toques na cadeira de rodas, que é adaptada e padronizada, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola.

2 -  Jogar a bola propositalmente em outro atleta faz a sua equipe perder a posse.

3 -  Marcado de perto, o cadeirante não pode ficar mais de cinco segundos segurando a bola.

4 - Uma equipe deve sair da sua quadra de defesa em até oito segundos. No tradicional, são sete. Na posse da bola, outra diferença: são 30 segundos no basquete em cadeira de rodas, contra 24 no olímpico.

5 - O jogador não pode sair da quadra, com ou sem a bola, de maneira proposital, para levar alguma vantagem. Caso isso ocorra, a arbitragem marca primeiro uma advertência e depois uma falta.

6 - Faltas técnicas são marcadas por conduta anti-desportiva, e deverão ser aplicadas quando o jogador levanta da cadeira, retira os pés do apoio ou usa os membros inferiores para obter vantagem.

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