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Fiba diz que convite ao Brasil não foi definido e põe Venezuela na disputa






Marcelinho Huertas basquete Brasil Jamaica (Foto: EFE)

Com a queda na Copa América, o Brasil se agarrou à esperança de um convite. Presente em todas as edições do Mundial e às vésperas dos Jogos Olímpicos de 2016, a seleção passou a contar com um possível wild card da Federação Internacional de Basquete (Fiba) para ir à competição na Espanha, no ano que vem. Mas, ao que parece, a equipe tem um rival de peso na disputa. E dentro da própria América do Sul. Em entrevista ao jornal "Nueva Prensa de Guayana", Horacio Muratore, presidente da entidade dentro do continente e que assumirá o comando geral a partir de 2014, afirmou que a Venezuela está na briga por um vaga. E disse que o convite para o Brasil não é um fato consumado.

Na lista de países para o Mundial, há espaço reservado para quatro convites. O costume é que cada wild card seja repassado para um continente diferente. Muratore, porém, afirma que, na prática, o sistema não funciona assim.

- Tudo isso que se disse de que o Brasil está assegurado, tudo são conjecturas. O que cada federação tem de fazer é trabalhar para conseguir. Não há uma cota por continentes. São quatro convites e podem ser quatro para a Europa; dois para a América Latina e dois para a Europa; dois para a Ásia, um para a Europa e outro para a América... - afirmou o dirigente argentino.

Muratore afirma que as chances da Venezuela conseguir um dos convites são grandes. O dirigente fez elogios à estrutura do país, sede da Copa América, e ao desempenho da seleção, eliminada por Porto Rico na segunda fase, em quadra.

- Organizacionalmente, diria que (as chances, de 1 a 10) são de 9, para não dizer 10 (risos). Depois, desportivamente, apesar de não ter se classificado, diria um 8 porque fizeram um torneio muito bom.  A nível federativo, vai avançando. Seguem adiante, avançando, e é importante ter uma federação assim, que pode avançar e seguir trazendo coisas para seu país. Primeiro, porque é a função da federação. Não é apenas jogar basquete e se classificar, mas também ajudar no desenvolvimento do esporte em cada país. E creio que este tipo de evento tem um fator multiplicador importante. Assim, diria 10 pela federação.





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